Filha de pais alcoólatras, Oxana, nascida em 1983, passou grande parte da sua infância, dos 3 até os 8 anos, vivendo em um canil no quintal da casa da família em Novaya Blagoveschenka , da Ucrânia.
Sem atenção e acolhimento dos pais, a menina encontrou abrigo entre os cães e se refugiou num barracão habitado por eles nos fundos da casa. Isso fez com que a menina aprendesse seus comportamentos.
O vínculo com a matilha de cães era tão forte que as autoridades que vieram para salvá-la foram expulsas na primeira tentativa pelos cães. Suas ações eram iguais aos sons de seus cuidadores. Ela rosnou, latiu, andou por todos os lados como um cão selvagem, cheirou a comida antes de comer, e foi encontrado nela sentidos extremamente aguçados de audição, olfato e visão.
Ela só sabia dizer “sim” e “não” quando ela foi resgatada. Quando foi descoberta, Oxana achou difícil de adquirir habilidades sociais e emocionais humanas . Ela tinha sido privada de estimulação intelectual e social, e seu único apoio emocional veio dos cães que ela vivia. Quando foi encontrada em 1991, mal conseguia falar.
Desde 2010, Oxana reside em um lar para deficientes mentais, onde ela ajuda a cuidar das vacas na fazenda da clínica. Ela afirma que é mais feliz quando está entre os cães.
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fevereiro 02, 2016
Oxana Malaya
dezembro 16, 2015
John Ssebunya
Depois de ver sua mãe sendo assassinada pelo seu pai, um garoto de 4 anos, chamado de John Ssebunya fugiu para a floresta.
Ele foi encontrado, em 1991, por uma mulher chamada Millie, integrante de uma tribo de Uganda.
Quando foi visto pela primeira vez, Ssebunya estava escondido em uma árvore.
Millie voltou para o vilarejo onde vivia e pediu ajuda para resgatá-lo.
Ssebunya não apenas resistiu como também foi defendido por sua família adotiva de macacos.
Quando foi capturado, seu corpo estava recoberto por ferimentos e seus intestinos infestados por vermes.
No começo, Ssebunya não sabia falar e nem chorar.
Depois, ele não apenas aprendeu a se comunicar como, também, aprendeu a cantar e tomou parte em um coral infantil chamado Pearl Of Africa (“Pérola da África”).
Ssebunya foi tema de um documentário produzido pela rede BBC, exibido em 1999.
agosto 11, 2014
Um pouco do "tigre" e sua partida para o astral
Tigre
...O Tigre era um cachorro que, devido a seu porte (Fila Brasileiro) e cara sempre muito séria, assustava um pouco aos que não o conheciam direito..., mas passando a conviver e conhecendo-o melhor, todos acabavam por se apaixonar por aquele cachorro que sempre foi muito dócil.
Podemos fazer uma analogia entre o Tigre e o "desenho animado do Huguindo" (Huguinho é um patinho muito gordo, sapeca mais ainda usa fraldas. Ele adora brincar com seus pais e amiguinhos, mas vive se metendo em encrencas e arranjando muita confusão, usando o jargão: Ninguém quer brincar comigo!, porque ele era muito desengonçado, embora muito bonzinho, e os seus amiguinhos nunca queriam brincar com ele devido ao seu tamanho), e, no caso do Tigre, pelo seu tamanho e seriedade, a primeira impressão era a de um cão fortemente perigoso..., mas ao contrário, sempre foi muito dócil e companheiro, e um grande defensor de todos os seus companheiros do Sítio: Buratê, Elka e Kyara.
Huguinho
O Tigre tinha muita "personalidade", não adiantava tentar enganá-lo, pois ele sempre sabia se gostavam mesmo dele ou não. Se alguém, ainda que com medo, quisesse se aproximar dele, e se ele percebesse que a pessoa tinha um bom coração, ele ia chegando de mansinho, e aos poucos já estavam interagindo em plena amizade. Ele adorava que coçassem suas orelhas... ia tombando aquela cabeçona pesada até o chão. Uma outra coisa que ele gostava era quando tentavam colocá-lo em pé sobre duas patas (era um peso só!), para compar a sua altura, que muitas das vezes, era do tamanho ou maior que a gente... Mas, se ele percebesse uma falsa aproximação, simplesmente ignorava a pessoa mas, ficava o tempo todo de olho em todos os seus movimentos, era um verdadeiro guarda-costas...O Tigre nunca havia ficado doente em toda a sua existência, só ia ao veterinário para tomar suas vacinas e fazer consultas de rotina (ele não era castrado, após ser papai de duas ninhadas, cada uma delas de 11 filhotinhos, 11 da Elka e 11 da Kyara, optamos pela vasectomia ou invés da castração, assim pouparia as cachorras de terem mais filhotinhos, não precisando castrá-las, pois também eram filas de porte grande e castradas ficariam ainda maiores...). Um dia, e ele já estava com 10 anos, foi ficando meio "jururu", e com um comportamento que nos levava a perceber que algo estava diferente com sua saúde. Levamo-o à Clínica Veterinária para checar o que poderia estar acontecendo com nosso filhão... Foram realizados alguns exames e detectado que havia alguma deficiência com a sua saúde, mas a veterinária não conseguia saber ao certo o que estava ocorrendo com o Tigre... Ela solicitou que ele ficasse internado sob seus cuidados para pesquisar e detectar o provável problema, e assim foi feito.Como o Tigre ficava no Sítio e nós só íamos aos finais de semana para lá, ao invés de irmos para o sítio, nos dirigíamos direto para a clínica da veterinária em Sorocaba para ficar com ele o tempo que fosse preciso... O Tigre foi piorando, perdendo peso e para nossa surpresa, a veterinária nos relatou com muito espanto, que nos últimos exames de sangue do Tigre, a leitura dos resultados era de um animal já morto!!! O laboratório perguntou para veterinária, porque que ela havia pedido exame de sangue de um animal já morto?...
Maristela e tigre
Não poderíamos mais deixá-lo com a veterinária, porque ele estava sentindo muita falta de sua casa e irmão, e já estávamos nos preparando para o pior, porque mediante a situação vivida, o Tigre só estava vivo ainda pela mãos de Deus... Pedimos férias no trabalho e fomos ficar com ele no sítio e, claro, com acompanhamento diário da veterinária que se interessou tanto pelo caso, que por último, antes de trazê-lo para casa, ela já estava ficando com ele em sua residência. Contou-nos, que seu filho chegava da escola e ia estudar e fazer lição em uma mesinha no quintal, e que o Tigre ficava o tempo todo junto dele, e as vezes apoiava a cabeça na perna do menino, nos disse ainda: "este cachorro é tão dócil e meigo, não consigo entender como ele, com todo um problema de saúde mesmo não detectada a causa, ainda conseguia ser tão amigo e companheiro e que não dava nenhum tipo de trabalho, parecia não querer incomodar...Levamos o Tigre para casa e, ao chegar lá, nos deixou perceber sua alegria em estar de volta para o seu lar junto de seus companheiros, e óbvio, que houve reprocidade do Buratê, Elka e Kyara.
Para tentar resumir esta história, que confesso me trazer tristes lembranças.., em pouco espaço de tempo, o Tigre foi ficando cada vez mais fraco e magro, pois não conseguia se alimentar direito, nós é que o alimentava e dávamos água para ele beber na seringa. Para locomovê-lo, pois ele mesmo com todo este quadro tentava andar mas não conseguia, pegamos um pano de rede bem forte, fizemos uma espécie de tipóia, e o apoiávamos como uma cinta sob sua barriga para ajudá-lo ir de casa para o quintal e vice versa. Um dia ele foi até o quintal com a nossa ajuda, deitou e não conseguia nem com nossa ajuda ficar apoiado sobre suas pernas, mesmo nós tentando levantá-lo, já estávamos sem força para levantá-lo, olhamos uma para outra e falamos: "e agora, já não temos nem a força física para suportar aquele quadro que se instalava cada vez mais difícil na nossa frente... Foi aí que as lágrimas vieram com uma enorme dor no peito, o Tigre nos olhou profundamente e começou a fazer movimentos de se levantar... o ajudamos e ele, quase que sozinho, cambaleando e muito fraco levantou-se e andou até dentro da sua casinha, que ficava no canil do sítio próximo da casa... Dias depois ele começou a perder sangue pela urina e fezes vindo a se libertar de todo sofrimento daquele corpo que não o comportava mais... mas sua alma estará para sempre entre nós... Até hoje não ficamos sabendo qual tipo de doença que culminou na partida do Tigre, mas agora, pouco importa... O importante e que te amamos muito Tigrão!Bem, a história se contada em riqueza de detalhes, passaria e ser um livro... mas o objetivo, é que meus leitores consigam tirar suas próprias conclusões ou impressões, sobre a existência ou não de alma que de fato existe dentro de cada um de nossos amiguinhos, porque Deus sempre cuida de sua criação. Deus com certeza cuidou e continua cuidando do nosso inesquecível amigão Tigre para sempre...
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